Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens
domingo, 26 de março de 2017
Superação: vendedor de cremosinho passa na Federal para Medicina
segunda-feira, 13 de março de 2017
A foto do ano!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Amor não há somente entre sexos opostos!
sábado, 25 de fevereiro de 2017
NESTE CARNAVAL: Pense e reflita...
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Conheça os perigos de beijar muita gente no carnaval
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Vídeo! Policiais militares evitam suicídio de homem em frente ao palácio do governo
Um homem não identificado foi salvo de cometer um suicídio pela Polícia Militar do Maranhão. Na madrugada deste sábado (4), militares evitaram que uma tragédia ocorresse em frente ao Palácio dos Leões, sede do governo estadual.
Em um vídeo distribuído pelo whatsapp é possível observar que policiais salvaram o rapaz após conversarem pacientemente. O homem que estava em cima de uma mureta ameaçava-se jogar. Porém depois de muita conversa, um dos policiais se aproxima e evita que o cidadão cometa o suicídio.
Um homem não identificado foi salvo de cometer um suicídio pela Polícia Militar do Maranhão. Na madrugada deste sábado (4), militares evitaram que uma tragédia ocorresse em frente ao Palácio dos Leões, sede do governo estadual.
Em um vídeo distribuído pelo whatsapp é possível observar que policiais salvaram o rapaz após conversarem pacientemente. O homem que estava em cima de uma mureta ameaçava-se jogar. Porém depois de muita conversa, um dos policiais se aproxima e evita que o cidadão cometa o suicídio.
Em um vídeo distribuído pelo whatsapp é possível observar que policiais salvaram o rapaz após conversarem pacientemente. O homem que estava em cima de uma mureta ameaçava-se jogar. Porém depois de muita conversa, um dos policiais se aproxima e evita que o cidadão cometa o suicídio.
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
PORQUE NÃO HAVIA DIVÓRCIOS EM 1950??
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
'Tem de arrancar mais uma cabeça aí', diz, em vídeo, policial a preso do AM
domingo, 8 de janeiro de 2017
Darcy Ribeiro há décadas previu as rebeliões

sábado, 7 de janeiro de 2017
Em Roraima tanta fuga do presídio que o complexo mais parece um hotel

Fonte: jornal Folha de São Paulo
sábado, 31 de dezembro de 2016
Socializando... O AMOR supera tudo! Inclusive o ódio homofóbico.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Se um beijo traduz AMOR, PORQUE ESTA FOTO CAUSA TANTAS REAÇÕES DIFERENTES, MUITAS ATÉ RAIVOSAS???
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
domingo, 11 de dezembro de 2016
GAROTA DE 15 ANOS VÍTIMA DE BULLYING COMETE SUICÍDIO APÓS MOSTRAR OS SEIOS NO FACEBOOK
Antes de tudo, um alerta perfeito aos pais que precisam entender que na Internet tem todo do melhor simultaneamente ao pior.
Veja neste vídeo em detalhe como um jovem se envolve paulatinamente na iniciação do sexo virtual.
Veja o vídeo e fique inteirado no assunto.
Liduína Araújo de Oliveira
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Foi merecido, quem mandou ele não saber o lugar dele!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
PAI DE ZAGUEIRO DA CHAPECOENSE CRITICA ‘FALTA DE RESPEITO’ DE TEMER
Osmar Machado, pai do zagueiro Filipe Machado, se mostrou extremamente irritado com o comportamento de Michel Temer, que em vez de ir ao velório das vítimas da tragédia, pediu para que os familiares fossem até o aeroporto recebê-lo;
"Eu não vou, de jeito nenhum. Ele que tem que vir aqui. Você acha que eu vou deixar o meu filho aqui (no velório) e vou lá dar um abraço nele só porque ele é presidente?", questionou o pai do jogador;
"Eu acho até uma falta de respeito dele ficar lá. Eu acho que ele teria que vir aqui participar, ficar aqui com nós", acrescentou;
Fonte: site 247

Osmar Machado, pai do zagueiro Filipe Machado, se mostrou extremamente irritado com o comportamento de Michel Temer, que em vez de ir ao velório das vítimas da tragédia, pediu para que os familiares fossem até o aeroporto recebê-lo;
"Eu não vou, de jeito nenhum. Ele que tem que vir aqui. Você acha que eu vou deixar o meu filho aqui (no velório) e vou lá dar um abraço nele só porque ele é presidente?", questionou o pai do jogador;
"Eu acho até uma falta de respeito dele ficar lá. Eu acho que ele teria que vir aqui participar, ficar aqui com nós", acrescentou;
"Eu não vou, de jeito nenhum. Ele que tem que vir aqui. Você acha que eu vou deixar o meu filho aqui (no velório) e vou lá dar um abraço nele só porque ele é presidente?", questionou o pai do jogador;
"Eu acho até uma falta de respeito dele ficar lá. Eu acho que ele teria que vir aqui participar, ficar aqui com nós", acrescentou;
Fonte: site 247
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!

“Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!”.
A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à Putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher Roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no Chão (Saia Rodada), Sou viciado em Putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.
Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.
Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa.
Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.
Ariano Suassuna

“Tem rapariga aí? Se tem, levante a mão!”.
A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
A maioria, as moças, levanta a mão. Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à Putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher Roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no Chão (Saia Rodada), Sou viciado em Putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.
Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde.
Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa.
Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.
Ariano Suassuna
Ariano Suassuna
sábado, 19 de novembro de 2016
Imbróglio na prisão de um jovem com a forte intervenção da mãe tiros e agressões!
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
O preconceito não passa de um conceito bestial que criamos!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)














