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domingo, 2 de julho de 2017
Os heróis na história de cajazeiras, segundo Zé Antônio!
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domingo, 25 de junho de 2017
PRAÇA DO PIRULITO - CADÊ O PIRULITO ?

Foto e texto José Maria Gurgel - Cajazeiras - PB
Na verdade Praça José Rolim Guimarães, batizada pelo povo como Praça do Pirulito em razão das luminárias da praça, no tempo da inauguração, parecidas com pirulitos que hoje não existe nenhum.
Outras cidades Brasil afora tem praças com esse mesmo nome, pela mesma razão, Belo Horizonte - MG, Maceió - AL, Crateús - CE, Xique Xique - BA...
O Bar do Pirulito conseguiu imortalizar a denominação popular da praça que já foi point da cidade e ainda hoje é local agradável de encontros pelo verde que ostenta ao redor e outras atrações...
Conta-se que na inauguração da praça pelo Prefeito Chico Rolim (foto), o mesmo declarou solene, na presença dos Guimarães e Rolim, os homens de paletó, as mulheres de longo, banda de música, imprensa, foguetório, muita gente...
- Declaro inaugurada a Praça José Rolim Guimarães, também chamada de Praça do Pirulito...
Os Rolins e os Guimarães não gostaram dessa "desfeita" ao parente ilustre e saíram de fininho da solenidade.
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| Foto e texto José Maria Gurgel - Cajazeiras - PB |
Na verdade Praça José Rolim Guimarães, batizada pelo povo como Praça do Pirulito em razão das luminárias da praça, no tempo da inauguração, parecidas com pirulitos que hoje não existe nenhum.
Outras cidades Brasil afora tem praças com esse mesmo nome, pela mesma razão, Belo Horizonte - MG, Maceió - AL, Crateús - CE, Xique Xique - BA...
O Bar do Pirulito conseguiu imortalizar a denominação popular da praça que já foi point da cidade e ainda hoje é local agradável de encontros pelo verde que ostenta ao redor e outras atrações...
Conta-se que na inauguração da praça pelo Prefeito Chico Rolim (foto), o mesmo declarou solene, na presença dos Guimarães e Rolim, os homens de paletó, as mulheres de longo, banda de música, imprensa, foguetório, muita gente...
- Declaro inaugurada a Praça José Rolim Guimarães, também chamada de Praça do Pirulito...
Os Rolins e os Guimarães não gostaram dessa "desfeita" ao parente ilustre e saíram de fininho da solenidade.
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quarta-feira, 12 de abril de 2017
Chico Rolim alavanca o novo ciclo da educação cajazeirense
Esta fotografia é dos idos de 1963/1964 do século passado, muitos que a vêem ainda não tinham vindo ao mundo.
Este retalho histórico evidencia a inauguração de uma das primeiras escolas da zona rural da nossa cidade de Cajazeiras ma administração do novo prefeito, Francisco Matias Rolim, eleito numa disputa ferrenha entre quatro candidatos que disputavam o alvorecer de novos líderes políticos que substituiriam o líder in-conteste de então, Dr. Otacílio Guimarães Jurema, exemplo raro de intelectual, médico, político, homem de ação e prestígio, figura indelével no olimpo político da terra do Padre Rolim. Dr. Otacílio Jurema sentou por duas vezes na cadeira de prefeito, foi, também em 1954, Secretário de Educação e Saúde do Estado da Paraíba no governo de Oswaldo Trigueiro, foi também suplente de senador assumindo o mandato por quase 3 anos, além de deputado estadual em 1963.
Com o ocaso do Dr. Otacílio Jurema e a eleição do prefeito Francisco Matias Rolim era iniciado um novo ciclo de líderes políticos.
Francisco Matias Rolim, mais conhecido por Chico Rolim, fez uma administração que ecoaria por décadas, mas atendo ao fato da foto, vale destacar o pioneirismo salutar de Chico Rolim no campo da educação.
Cajazeiras sempre tradicional no campo da educação, teve neste homem quase não ocupou os bancos escolares,
Tradicional no campo da educação, Cajazeiras, de então, hibernava na sua vocação, o colégio Padre Rolim perdia a sua importância como impulsionador decaía e a cidade perdendo a sua importância neste campo tem na figura de Chico Rolim a volta ao seu pendor histórico.
Na sua primeira administração, Chico Rolim inaugurou mais grupos escolares de que todos os seus antecessores.
A cidade que ensinou a Pa raíba a ler não tinha co-légios gratui tos e com ele passou a con tar com três: Colégio Co-mercial Municipal "MONSENHOR CONS-TATINO VIEIRA", Colégio Estadual e o Colégio Professor "HILDEBRANDO LEAL. Ainda na sua edificadora política educacional, Chico Rolim criou uma gratificação especial para as professoras da Zona Rural, que partia de 50% a 100% dos seus vencimentos de conformidade com a freqüência comprovada em casa escola.
Vale ressaltar a atitude politiqueira em relação ao Colégio Estadual, iniciado no Governo PEDRO MORENO GONDIM, administrado pelo Francisco Matias Rolim, e mesmo assim deixaram de constar os seus nomes na placa inaugural do atual prédio, construído num terreno comprado pelo prefeito Chico Rolim.
Hoje se vemos a cidade de Cajazeiras como um importante pólo educacional do Nordeste não se pode olvidar o trabalho incansável de Chico Rolim na implantação do seu campus universitário.
Avante, Cajazeiras, lute pela im plantação da Univer sidade Fe deral do Ser tão, um jus to e antigo anseio do seu povo, Chico Rolim já cumpriu o seu papel, agora cabe às novas gerações!

Esta fotografia é dos idos de 1963/1964 do século passado, muitos que a vêem ainda não tinham vindo ao mundo.
Este retalho histórico evidencia a inauguração de uma das primeiras escolas da zona rural da nossa cidade de Cajazeiras ma administração do novo prefeito, Francisco Matias Rolim, eleito numa disputa ferrenha entre quatro candidatos que disputavam o alvorecer de novos líderes políticos que substituiriam o líder in-conteste de então, Dr. Otacílio Guimarães Jurema, exemplo raro de intelectual, médico, político, homem de ação e prestígio, figura indelével no olimpo político da terra do Padre Rolim. Dr. Otacílio Jurema sentou por duas vezes na cadeira de prefeito, foi, também em 1954, Secretário de Educação e Saúde do Estado da Paraíba no governo de Oswaldo Trigueiro, foi também suplente de senador assumindo o mandato por quase 3 anos, além de deputado estadual em 1963.
Com o ocaso do Dr. Otacílio Jurema e a eleição do prefeito Francisco Matias Rolim era iniciado um novo ciclo de líderes políticos.
Francisco Matias Rolim, mais conhecido por Chico Rolim, fez uma administração que ecoaria por décadas, mas atendo ao fato da foto, vale destacar o pioneirismo salutar de Chico Rolim no campo da educação. Cajazeiras sempre tradicional no campo da educação, teve neste homem quase não ocupou os bancos escolares, Tradicional no campo da educação, Cajazeiras, de então, hibernava na sua vocação, o colégio Padre Rolim perdia a sua importância como impulsionador decaía e a cidade perdendo a sua importância neste campo tem na figura de Chico Rolim a volta ao seu pendor histórico.
A cidade que ensinou a Pa raíba a ler não tinha co-légios gratui tos e com ele passou a con tar com três: Colégio Co-mercial Municipal "MONSENHOR CONS-TATINO VIEIRA", Colégio Estadual e o Colégio Professor "HILDEBRANDO LEAL. Ainda na sua edificadora política educacional, Chico Rolim criou uma gratificação especial para as professoras da Zona Rural, que partia de 50% a 100% dos seus vencimentos de conformidade com a freqüência comprovada em casa escola.
Vale ressaltar a atitude politiqueira em relação ao Colégio Estadual, iniciado no Governo PEDRO MORENO GONDIM, administrado pelo Francisco Matias Rolim, e mesmo assim deixaram de constar os seus nomes na placa inaugural do atual prédio, construído num terreno comprado pelo prefeito Chico Rolim.
Avante, Cajazeiras, lute pela im plantação da Univer sidade Fe deral do Ser tão, um jus to e antigo anseio do seu povo, Chico Rolim já cumpriu o seu papel, agora cabe às novas gerações!
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terça-feira, 11 de abril de 2017
Bom dia, Cajazeiras!
sábado, 18 de março de 2017
Viajando na história dos cajazeirenses e cajazeirados! (3)
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quinta-feira, 16 de março de 2017
Chico Rolim voando pelos ares de São Luís do Maranhão!
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terça-feira, 14 de março de 2017
Última foto de Tia Maria com o cunhado Francisco Matias Rolim
segunda-feira, 13 de março de 2017
Quem é o jovem que acompanha a entrevista do ex-prefeito Francisco Matias Rolim?

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quinta-feira, 9 de março de 2017
PRAÇA DO PIRULITO - CADÊ O PIRULITO?
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domingo, 5 de março de 2017
Exemplo de honestidade, trabalho, abnegação, timbre politico
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quarta-feira, 1 de março de 2017
Cajazeiras, Cidade Palco
A Revista Correio das Artes, editada pela a UNIÃO, publica trabalho sobre "O Teatro em Cajazeiras". "o fazer teatral em Cajazeiras" e o foco principal Ica Pires. Chico Cardoso, Vanessa Queiroga, Guilerme Cabral, André Luiz, Nonato Guedes, Pepe Pires, Alarico Correio Neto, Constantino Cartaxo, Telma Cartaxo, Cristóvan Tadeu, Buda Lira, Guilherme Cabral, Eliezer Filho, Iracles Pires, Hildebrando Assis, Rosilda Cartaxo, Janne Pires e um depoimento de Chico Rolim (publicado no seu livro "do miolo do Sertão).
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José Antonio Albuquerque
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Ela e ele numa foto indescritível: Maria e o cunhado Francisco!
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Quem são os personagens deste comício na década de 70!
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
FORÇAS MISTERIOSAS CONSPIRAM CONTRA CAJAZEIRAS

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Visita a Chico Rolim, fiquei encantada com este homem!
por Nadja Claudino - nadjaclaudino@yahoo.com.br
Há livros que quando abertos não são apenas instrumentos de conhecimento, mas tornam-se instrumentos de sonhos e de grandes descober-tas.
Um dia um desses livros caiu em meu poder: “Do miolo do sertão” era o título, o subtítulo dizia que era a história de Chico Rolim, ex-prefeito de Caja-zeiras. Peguei o livro e jul-guei antes de abrir, imaginei ser uma história banal de políticos, com obras e nomes disso e daquilo, mas ao abrir a primeira página me deparei com essa frase “os dias de tão bons, eram todos iguais”. Fui então à procura desses dias bons, e descobri um menino órfão e pobre, Francisco Matias Rolim. Quando me dei conta estava lendo a história com emoção, os so-nhos do menino de estudar, de ajudar a família me ca-tivaram.

Sebastião Moreira Duarte e Chico Rolim
Por meio da escrita poética de Sebastião Moreira Duarte, as tragédias, as aventu-ras, as anedotas e a determinação de Francisco me fizeram perceber que estava diante de um homem e de um livro extraor- dinários. Depois de algum tempo, quando estava pagando a disciplina de História da Paraíba, no curso de História do CFP, a professora Viviane Ceballos nos pediu que grupos fossem formados para a produção de documentários que serviriam como trabalho para a terceira nota. Me reuni com a amiga Gerlândia Gouveia e depois de pensarmos em diversos temas me lembrei de Chico Rolim, minha amiga topou e nós saímos tal como Glauber Rocha: “com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” a procura de nossa história.
Fizemos o contato com Chico Rolim, que nos recebeu em seu quarto, confortavelmente sentado em sua cama, pronto a responder as nossas perguntas. A simpatia desse homem não conhece limites, per-cebendo que estávamos um pouco nervosas, ele logo quebrou o gelo; necessitando de um lenço, olhou para mim e disse: “pegue aí no guarda roupa minha filha”, depois disso nos sentimos à vontade e a conversa fluiu durante uma manhã inteira. Falamos sobre sua vida de homem público e dos acontecimentos políticos no âmbito es-tadual e nacional que influenciaram seu governo. Re-lembrou Getúlio Vargas, o golpe militar de 1964 e nos surpreendeu ao lembrar as fortes palavras de Brizola em defesa de João Goulart. Nesse momento empostou a voz e disse que ouviu Brizola falar à meia noite, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, a seguinte frase “Não darei o primeiro tiro, darei o segundo e até o último”.
Grande memória e lucidez. A conversa versou sobre tudo, sua vida comercial no Maranhão, as tragédias familiares, seu ingresso na política, as realizações, a modernização que trouxe a ci-dade de Cajazeiras eram relem-bradas por ele com um brilho no olhar, uma força na voz; a felicidade de compartilhar sua história estava estampada em seu rosto. Vendo esse homem de perto e conversando com ele percebi que Chico Rolim é daquele tipo de pessoa que realiza e que viveu em um tempo em que tudo precisava ser feito, por isso fundou escolas, comprou o terreno onde se localiza a UFCG, pavimentou ruas e lutou pelo engrandecimento da cidade que o tinha acolhido. Para minha surpresa me confidenciou que ainda hoje gosta de andar olhando as obras realizadas pela Prefeitura, mostrando assim a preocupação com o trabalho que começou, desejando sempre melhorias para a população de Cajazeiras.
Ao final da entrevista, eu e Gerlândia saímos felizes da casa de Chico Rolim, nossa ideia tinha dado certo, na câmera estava registrado o material bruto do nosso documentário, que contou também com entrevistas realizadas com o professor Rubimar Marques Galvão e com o comerciante Djalma Alves. Corremos para editar o vídeo e escolhemos como trilha sonora uma música de Belchior que diz: “eu era alegre, como um rio, um bicho, um bando de pardais, como um galo, quando havia, quando havia galos, noites e quintais...”, pois entendemos que Chico Rolim, com mais de noventa anos, lúcido e apaixonado por sua vida, sabe enfrentar as adversidades com alegria e escreve com trabalho e honestidade sua própria história.
Nadja Claudino – contista, cronista e membro do conselho editorial da Revista Acauã. Aluna do Curso de História da UFCG/Cajazeiras.
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por Nadja Claudino - nadjaclaudino@yahoo.com.br
Há livros que quando abertos não são apenas instrumentos de conhecimento, mas tornam-se instrumentos de sonhos e de grandes descober-tas.
Um dia um desses livros caiu em meu poder: “Do miolo do sertão” era o título, o subtítulo dizia que era a história de Chico Rolim, ex-prefeito de Caja-zeiras. Peguei o livro e jul-guei antes de abrir, imaginei ser uma história banal de políticos, com obras e nomes disso e daquilo, mas ao abrir a primeira página me deparei com essa frase “os dias de tão bons, eram todos iguais”. Fui então à procura desses dias bons, e descobri um menino órfão e pobre, Francisco Matias Rolim. Quando me dei conta estava lendo a história com emoção, os so-nhos do menino de estudar, de ajudar a família me ca-tivaram.
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| Sebastião Moreira Duarte e Chico Rolim |
Por meio da escrita poética de Sebastião Moreira Duarte, as tragédias, as aventu-ras, as anedotas e a determinação de Francisco me fizeram perceber que estava diante de um homem e de um livro extraor- dinários. Depois de algum tempo, quando estava pagando a disciplina de História da Paraíba, no curso de História do CFP, a professora Viviane Ceballos nos pediu que grupos fossem formados para a produção de documentários que serviriam como trabalho para a terceira nota. Me reuni com a amiga Gerlândia Gouveia e depois de pensarmos em diversos temas me lembrei de Chico Rolim, minha amiga topou e nós saímos tal como Glauber Rocha: “com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça” a procura de nossa história.
Fizemos o contato com Chico Rolim, que nos recebeu em seu quarto, confortavelmente sentado em sua cama, pronto a responder as nossas perguntas. A simpatia desse homem não conhece limites, per-cebendo que estávamos um pouco nervosas, ele logo quebrou o gelo; necessitando de um lenço, olhou para mim e disse: “pegue aí no guarda roupa minha filha”, depois disso nos sentimos à vontade e a conversa fluiu durante uma manhã inteira. Falamos sobre sua vida de homem público e dos acontecimentos políticos no âmbito es-tadual e nacional que influenciaram seu governo. Re-lembrou Getúlio Vargas, o golpe militar de 1964 e nos surpreendeu ao lembrar as fortes palavras de Brizola em defesa de João Goulart. Nesse momento empostou a voz e disse que ouviu Brizola falar à meia noite, na Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro, a seguinte frase “Não darei o primeiro tiro, darei o segundo e até o último”.
Grande memória e lucidez. A conversa versou sobre tudo, sua vida comercial no Maranhão, as tragédias familiares, seu ingresso na política, as realizações, a modernização que trouxe a ci-dade de Cajazeiras eram relem-bradas por ele com um brilho no olhar, uma força na voz; a felicidade de compartilhar sua história estava estampada em seu rosto. Vendo esse homem de perto e conversando com ele percebi que Chico Rolim é daquele tipo de pessoa que realiza e que viveu em um tempo em que tudo precisava ser feito, por isso fundou escolas, comprou o terreno onde se localiza a UFCG, pavimentou ruas e lutou pelo engrandecimento da cidade que o tinha acolhido. Para minha surpresa me confidenciou que ainda hoje gosta de andar olhando as obras realizadas pela Prefeitura, mostrando assim a preocupação com o trabalho que começou, desejando sempre melhorias para a população de Cajazeiras.
Ao final da entrevista, eu e Gerlândia saímos felizes da casa de Chico Rolim, nossa ideia tinha dado certo, na câmera estava registrado o material bruto do nosso documentário, que contou também com entrevistas realizadas com o professor Rubimar Marques Galvão e com o comerciante Djalma Alves. Corremos para editar o vídeo e escolhemos como trilha sonora uma música de Belchior que diz: “eu era alegre, como um rio, um bicho, um bando de pardais, como um galo, quando havia, quando havia galos, noites e quintais...”, pois entendemos que Chico Rolim, com mais de noventa anos, lúcido e apaixonado por sua vida, sabe enfrentar as adversidades com alegria e escreve com trabalho e honestidade sua própria história.
Nadja Claudino – contista, cronista e membro do conselho editorial da Revista Acauã. Aluna do Curso de História da UFCG/Cajazeiras.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Bom dia, Cajazeiras!
sábado, 14 de janeiro de 2017
Bom dia, Cajazeiras!

FMR
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Eu não fazia inauguração de calçamento
Num papo descontraído de cima do Cristo Redentor, Chico após comentar que foi obra dele fazer a subida de carros até o topo do morro, primeiro em terra e depois pavimentado com paralelepípedos.
Neste momento ele ficou pensativo e fez uma digressão: "Eu nunca em minha vida, inaugurei calçamento. Acho ridículo. Vi um prefeito inaugurar com um festival de fogos, que só servia pra espantar ca-chorros!". E riu!
VEJA O VÍDEO ACIMA
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Num papo descontraído de cima do Cristo Redentor, Chico após comentar que foi obra dele fazer a subida de carros até o topo do morro, primeiro em terra e depois pavimentado com paralelepípedos.
Neste momento ele ficou pensativo e fez uma digressão: "Eu nunca em minha vida, inaugurei calçamento. Acho ridículo. Vi um prefeito inaugurar com um festival de fogos, que só servia pra espantar ca-chorros!". E riu!
Neste momento ele ficou pensativo e fez uma digressão: "Eu nunca em minha vida, inaugurei calçamento. Acho ridículo. Vi um prefeito inaugurar com um festival de fogos, que só servia pra espantar ca-chorros!". E riu!
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
SEMIOLOGIA POLÍTICA
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Quintino Lavor fez história em Cajazeiras!
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