Mostrando postagens com marcador Natureza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natureza. Mostrar todas as postagens
domingo, 3 de setembro de 2017
*IMAGENS SERTANEJAS (XXXVIII)*
Marcadores:
IMAGENS SERTANEJAS,
Natureza
domingo, 30 de abril de 2017
Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.

segunda-feira, 17 de abril de 2017
domingo, 9 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
O poder de um raio!
sexta-feira, 31 de março de 2017
Juçara na tigela é bom para a saúde e melhor ainda para a biodiversidade
Substituir a salada de palmito juçara pela tigela de polpa dos frutos é ir muito além de uma simples opção alimentar saudável. É apostar numa alternativa capaz de fazer frente à superexploração ilegal da palmeira juçara nativa, na Mata Atlântica. Cada palmito retirado é uma palmeira eliminada, pois a planta não sobrevive depois de cortada a ponta. Já a coleta de frutos pode ser feita ano após ano, deixando sempre um pouco para consumo da fauna silvestre. E o consumidor urbano nem precisa sair pelo mato procurando algum pé que tenha escapado aos palmiteiros até ter idade para frutificar: já existe quem comercialize a polpa congelada ou mesmo o potinho pronto para consumo, sobretudo nos estados de Santa Catarina (com o nome de açaí-do-sul) e Rio de Janeiro (Juçaí).
A palmeira juçara (Euterpe edulis) sempre foi muito abundante na Mata Atlântica, amplamente semeada por um grande número de espécies de aves e mamíferos que se alimentam de seus frutos. Mas o corte excessivo tornou a palmeira ameaçada. Na floresta, as mudinhas podem levar de 10 a 12 anos para chegar à maturidade, quando então atingem entre 6 e 10 metros de altura, em média. Diferente de outras espécies de palmeiras das quais se retira o palmito, a juçara não cresce em touceiras, mas tem um caule (estipe) único, delgado e ereto. Isso também dificulta a recuperação natural de sua população.
Os frutos nascem em cachos e são pequenos, de um roxo bem escuro, quase preto, carregado de antocianinas, pigmentos do grupo dos flavonoides cuja função é proteger as plantas contra os raios ultravioleta do sol. A ingestão de sucos, vinhos ou outros preparados à base de frutas com muitas antocianinas ajuda a combater os radicais livres (associados ao envelhecimento) e protege contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.
“Na região já existe a produção de polpa congelada de juçara em saquinhos, embora não exista uma regularidade no fornecimento. A polpa é comercializada sem mistura com guaraná como se faz com o açaí. Oferecemos a tigela com juçara puro, com banana e com laranja. Os dois últimos foram mais bem aceitos pelas crianças, que ficaram todas com as boquinhas roxas, de comer o juçara”, conta. Além de oferecer a polpa na merenda, a pesquisadora organizou atividades de plantio da palmeira na escola.
A retirada da polpa não inviabiliza as sementes, que podem dar origem a novas palmeiras, em projetos de restauração ou enriquecimento da própria floresta ou mesmo no paisagismo urbano. As sementes também podem ser usadas em artesanatos e biojoias, pelos próprios extrativistas ou artesãos locais. E dos frutos ainda podem ser obtidos corantes, óleos e açúcares cujas propriedades estão em estudo.
“Visitei alguns produtores de polpa no meio do mato. A coleta é feita de palmeiras silvestres e a polpa é pura mesmo, sem qualquer mistura”, confirma Valéria. “A utilização das frutas para a produção de polpa evita que milhares de palmeiras juçara sejam cortados para obtenção do palmito. Além disso, ao agregar valor a um produto até recentemente negligenciado, espera-se contribuir para que mais palmeiras sejam plantadas”.
Como as crianças beneficiadas com um reforço de qualidade na merenda escolar, as maritacas, os tucanos, os araçaris, os sabiás, os jacus e os periquitos agradeceriam. De barriga cheia!
E então, vai uma tigela de juçara de lanche?
Fonte: Liana John
Jornalista ambiental há mais de 30 anos, escreve sobre clima, ecossistemas, fauna e flora, recursos naturais e sustentabilidade para os principais jornais e revistas do país. Já recebeu diversos prêmios, entre eles, o Embrapa de Reportagem 2015 e o Reportagem sobre a Mata Atlântica 2013, ambos por matérias publicadas na National Geographic Brasil.

A palmeira juçara (Euterpe edulis) sempre foi muito abundante na Mata Atlântica, amplamente semeada por um grande número de espécies de aves e mamíferos que se alimentam de seus frutos. Mas o corte excessivo tornou a palmeira ameaçada. Na floresta, as mudinhas podem levar de 10 a 12 anos para chegar à maturidade, quando então atingem entre 6 e 10 metros de altura, em média. Diferente de outras espécies de palmeiras das quais se retira o palmito, a juçara não cresce em touceiras, mas tem um caule (estipe) único, delgado e ereto. Isso também dificulta a recuperação natural de sua população.
Os frutos nascem em cachos e são pequenos, de um roxo bem escuro, quase preto, carregado de antocianinas, pigmentos do grupo dos flavonoides cuja função é proteger as plantas contra os raios ultravioleta do sol. A ingestão de sucos, vinhos ou outros preparados à base de frutas com muitas antocianinas ajuda a combater os radicais livres (associados ao envelhecimento) e protege contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.
“Na região já existe a produção de polpa congelada de juçara em saquinhos, embora não exista uma regularidade no fornecimento. A polpa é comercializada sem mistura com guaraná como se faz com o açaí. Oferecemos a tigela com juçara puro, com banana e com laranja. Os dois últimos foram mais bem aceitos pelas crianças, que ficaram todas com as boquinhas roxas, de comer o juçara”, conta. Além de oferecer a polpa na merenda, a pesquisadora organizou atividades de plantio da palmeira na escola.
A retirada da polpa não inviabiliza as sementes, que podem dar origem a novas palmeiras, em projetos de restauração ou enriquecimento da própria floresta ou mesmo no paisagismo urbano. As sementes também podem ser usadas em artesanatos e biojoias, pelos próprios extrativistas ou artesãos locais. E dos frutos ainda podem ser obtidos corantes, óleos e açúcares cujas propriedades estão em estudo.
“Visitei alguns produtores de polpa no meio do mato. A coleta é feita de palmeiras silvestres e a polpa é pura mesmo, sem qualquer mistura”, confirma Valéria. “A utilização das frutas para a produção de polpa evita que milhares de palmeiras juçara sejam cortados para obtenção do palmito. Além disso, ao agregar valor a um produto até recentemente negligenciado, espera-se contribuir para que mais palmeiras sejam plantadas”.
Como as crianças beneficiadas com um reforço de qualidade na merenda escolar, as maritacas, os tucanos, os araçaris, os sabiás, os jacus e os periquitos agradeceriam. De barriga cheia!
E então, vai uma tigela de juçara de lanche?
Fonte: Liana John
Jornalista ambiental há mais de 30 anos, escreve sobre clima, ecossistemas, fauna e flora, recursos naturais e sustentabilidade para os principais jornais e revistas do país. Já recebeu diversos prêmios, entre eles, o Embrapa de Reportagem 2015 e o Reportagem sobre a Mata Atlântica 2013, ambos por matérias publicadas na National Geographic Brasil.
quinta-feira, 16 de março de 2017
O que você diz sobre isto??
terça-feira, 14 de março de 2017
sábado, 11 de março de 2017
Nada supera o amor!

sexta-feira, 10 de março de 2017
Eita coisa mais linda de vê... isto é Nordeste.
terça-feira, 7 de março de 2017
Parto "elefantástico"... cenas fortes e emocionantes...
Parto "elefantástico"... cenas fortes e emocionantes...
Publicado por Pensando em Sustentabilidade em Domingo, 07 de março de 2017
Parto "elefantástico"... cenas fortes e emocionantes...
Publicado por Pensando em Sustentabilidade em Domingo, 07 de março de 2017

segunda-feira, 6 de março de 2017
O mais belo símbolo dos sertões nordestino

Marcadores:
Alto Sertão Paraibano,
Cajazeiras,
José Antonio Albuquerque,
Natureza
quinta-feira, 2 de março de 2017
Obeso, é a tua...
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
domingo, 19 de fevereiro de 2017
O que acontece se um raio atinge o avião em que você está
Apesar da pouca chance de isso acontecer, o mais provável é que aconteça com o avião o que acontece com os carros. Ou seja: nada. A estrutura de metal da aeronave funciona como uma blindagem para quem está dentro. Mas e as turbinas e tanques de combustíveis? Bem, elas são protegidas com uma dupla camada de metal, para garantir a segurança do voo. O momento mais vulnerável que o avião enfrenta é durante pousos e decolagens, quando está em altitude abaixo de 1800 metros. Mas não se preocupe (muito). Em geral, os aeroportos fecham em condições climáticas adversas que podem comprometer a segurança dos passageiros.
Apesar da pouca chance de isso acontecer, o mais provável é que aconteça com o avião o que acontece com os carros. Ou seja: nada. A estrutura de metal da aeronave funciona como uma blindagem para quem está dentro. Mas e as turbinas e tanques de combustíveis? Bem, elas são protegidas com uma dupla camada de metal, para garantir a segurança do voo. O momento mais vulnerável que o avião enfrenta é durante pousos e decolagens, quando está em altitude abaixo de 1800 metros. Mas não se preocupe (muito). Em geral, os aeroportos fecham em condições climáticas adversas que podem comprometer a segurança dos passageiros.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Os raios crepusculares
Os raios crepusculares, em óptica atmosférica, são raios de luz solar que parecem irradiar a partir de um único ponto no céu. Estes raios, que fluem através de aberturas nas nuvens (principalmente em stra-tocumulus), ou entre outros objetos, referem-se a colunas de ar iluminado pelo sol disjuntos pelas áreas sombreadas de nuvens que entravam a luz.
O nome sobreveio das frequentes ocorrências durante as horas crepusculares (no amanhecer e no entardecer), onde os contrastes entre luz e sombra são mais evidentes. A palavra crepuscular teve origem no termo em latim crepusculum que significa - anoitecer.

O nome sobreveio das frequentes ocorrências durante as horas crepusculares (no amanhecer e no entardecer), onde os contrastes entre luz e sombra são mais evidentes. A palavra crepuscular teve origem no termo em latim crepusculum que significa - anoitecer.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
O Mundo e suas Belas Imagens
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Nada como amar!

Assinar:
Postagens (Atom)














