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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
O STF é para magistrados!

quinta-feira, 27 de abril de 2017
Lula quer depoimento ao vivo! Moro fica com mi mi mi!
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Justiça decide mandar mulher de Cabral de volta à prisão
Tribunais paulistas decretam feriado no dia da greve geral!

Senador diz que Moro fumou erva estragada e escracha juiz em rede nacional
Em entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) rebateu as críticas do juiz federal Sérgio Moro, que afirmou que o projeto de abuso de autoridade, redigido pelo senador, não tem salvaguardas suficientes para
prevenir a punição do juiz pelo simples fato de ir contra interesse dos poderosos. “Eu diria que o Moro andou fumando erva estragada porque o meu projeto não diz isso”, afirmou.
Segundo Requião, o projeto que está com análise em curso na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) não criminaliza o erro, que é corrigido em instâncias superiores. “O projeto diz que a interpretação divergente não pode ser punida. Porém, se a lei diz não, a interpretação não pode dizer sim, mas se assim for ela deverá ser necessariamente razoável e fundamentada. Eu jamais iria punir a interpretação de um juiz”, acrescentou.
O senador ressaltou que as diferentes formas de abusos de autoridade deveriam ser criminalizadas. “Erro todo mundo pode cometer e o erro judicial é corrigido em instância superior, mas quando há a flagrante intenção de prejudicar alguém ou obter vantagem tem que haver algum tipo de punição. Juízes, policiais, fiscais, todos devem estar subordinados à lei”, disse.

Em entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) rebateu as críticas do juiz federal Sérgio Moro, que afirmou que o projeto de abuso de autoridade, redigido pelo senador, não tem salvaguardas suficientes para
O senador ressaltou que as diferentes formas de abusos de autoridade deveriam ser criminalizadas. “Erro todo mundo pode cometer e o erro judicial é corrigido em instância superior, mas quando há a flagrante intenção de prejudicar alguém ou obter vantagem tem que haver algum tipo de punição. Juízes, policiais, fiscais, todos devem estar subordinados à lei”, disse.
prevenir a punição do juiz pelo simples fato de ir contra interesse dos poderosos. “Eu diria que o Moro andou fumando erva estragada porque o meu projeto não diz isso”, afirmou.
Segundo Requião, o projeto que está com análise em curso na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) não criminaliza o erro, que é corrigido em instâncias superiores. “O projeto diz que a interpretação divergente não pode ser punida. Porém, se a lei diz não, a interpretação não pode dizer sim, mas se assim for ela deverá ser necessariamente razoável e fundamentada. Eu jamais iria punir a interpretação de um juiz”, acrescentou.
O senador ressaltou que as diferentes formas de abusos de autoridade deveriam ser criminalizadas. “Erro todo mundo pode cometer e o erro judicial é corrigido em instância superior, mas quando há a flagrante intenção de prejudicar alguém ou obter vantagem tem que haver algum tipo de punição. Juízes, policiais, fiscais, todos devem estar subordinados à lei”, disse.
quarta-feira, 19 de abril de 2017
MPF PEDE PRISÃO PARA MULHER DE EDUARDO CUNHA, Moro vai prender a mulher de Cunha?
quarta-feira, 29 de março de 2017
Vigarista, Nazista e mais adjetivos e calado Moro vira saco de pancadas!
segunda-feira, 27 de março de 2017
Moro desacreditado: o povo não foi ao movimento" pró-Lava Jato/Moro"!
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Vídeos políticos
quarta-feira, 22 de março de 2017
Sensacionalista não fará piada com Moro para não ser conduzido coercitivamente
O juiz Sergio Moro determinou a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania. Foram apreendidos dois celulares e um notebook em sua casa. O motivo da ação foi o vazamento, realizado pelo blogueiro, de informações sobre a condução coercitiva do ex-presidente Lula, que ocorreu em março do ano passado. A Polícia Federal e o Ministério Público afirmaram que a ação de Guimarães atrapalhou as investigações.
Para evitar ter sua redação inteira conduzida coercitivamente pela PF a mando de Moro, o Sensacionalista decidiu não fazer piadas com o juiz.
Não faremos piada com o fato de Moro ter determinado a condução coercitiva de um jornalista que vazou informação sigilosa da Lava Jato, operação que tem dados vazados semanalmente na mídia. Nem com a possibilidade de dados terem sido vazados pelos próprios agentes da PF no trajeto de ida e volta da condução coercitiva do blogueiro acusado de vazar dados.
Também não faremos piada com o recente vídeo do juiz em que ele agradece, nas suas próprias palavras, o apoio da “totalidade” da população brasileira. Não vamos fazer piada levantando a hipótese de que talvez Moro não considere seus críticos como brasileiros, e sim cubanos comunistas infiltrados no país.


O juiz Sergio Moro determinou a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania. Foram apreendidos dois celulares e um notebook em sua casa. O motivo da ação foi o vazamento, realizado pelo blogueiro, de informações sobre a condução coercitiva do ex-presidente Lula, que ocorreu em março do ano passado. A Polícia Federal e o Ministério Público afirmaram que a ação de Guimarães atrapalhou as investigações.
Para evitar ter sua redação inteira conduzida coercitivamente pela PF a mando de Moro, o Sensacionalista decidiu não fazer piadas com o juiz.
Não faremos piada com o fato de Moro ter determinado a condução coercitiva de um jornalista que vazou informação sigilosa da Lava Jato, operação que tem dados vazados semanalmente na mídia. Nem com a possibilidade de dados terem sido vazados pelos próprios agentes da PF no trajeto de ida e volta da condução coercitiva do blogueiro acusado de vazar dados.
Também não faremos piada com o recente vídeo do juiz em que ele agradece, nas suas próprias palavras, o apoio da “totalidade” da população brasileira. Não vamos fazer piada levantando a hipótese de que talvez Moro não considere seus críticos como brasileiros, e sim cubanos comunistas infiltrados no país.
Para evitar ter sua redação inteira conduzida coercitivamente pela PF a mando de Moro, o Sensacionalista decidiu não fazer piadas com o juiz.
Não faremos piada com o fato de Moro ter determinado a condução coercitiva de um jornalista que vazou informação sigilosa da Lava Jato, operação que tem dados vazados semanalmente na mídia. Nem com a possibilidade de dados terem sido vazados pelos próprios agentes da PF no trajeto de ida e volta da condução coercitiva do blogueiro acusado de vazar dados.
Também não faremos piada com o recente vídeo do juiz em que ele agradece, nas suas próprias palavras, o apoio da “totalidade” da população brasileira. Não vamos fazer piada levantando a hipótese de que talvez Moro não considere seus críticos como brasileiros, e sim cubanos comunistas infiltrados no país.
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terça-feira, 21 de março de 2017
Como acreditar no MP, Moro e na (in)justiça em geral??

segunda-feira, 20 de março de 2017
A ROLADA FOI NELA...
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Charges,
Judiciário
sexta-feira, 17 de março de 2017
TRISTE: A Folha de SP comemora os três anos da Lava Jato com o burlesco Dallagnol!

quarta-feira, 15 de março de 2017
Lista de Janor acerta Temer, enquanto Moro se acabrunha!

terça-feira, 14 de março de 2017
Denúncias e denúncias contra Aécio e cadê o MORO???!!!

quinta-feira, 2 de março de 2017
Ciro Gomes: Moro é um désposta esclarecido, marginal à lei!

domingo, 12 de fevereiro de 2017
Cara de pau Moro defende Temer chamando Cunha de chantagista!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Não se pode admitir mais uma nomeação ao STF sem debate público e sem compromisso com os Direitos Humanos
Nota da Associação Juízes para a Democracia
A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, tendo em vista a indicação do Ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), vem a público expor que:
1. Mais uma vez na História brasileira, um presidente da república indica pessoa de sua confiança para a mais alta corte sem promover um debate público transparente: no caso, o indicado é filiado a partido político da base governista e, como Ministro da Justiça, trabalha efetivamente sob a confiança de um governo cuja permanência no poder será em breve submetida a julgamento perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não se observou a necessidade de a sociedade civil ser ouvida para que se tenha a segurança de que o indicado terá independência, especialmente perante o governo que até hoje serviu, para atuar como magistrado.
2 – Da mesma forma, mais uma vez a indicação para o STF desconsidera o imprescindível compromisso do indicado perante os Direitos Humanos. Não se pode esquecer que o então Ministro da Justiça Alexandre de Moraes é autor declarações e ações que não caminham no mesmo sentido da luta pela efetivação dos direitos, como, dentre tantas outras, a sua afirmação de que o Brasil necessita de mais armas e menos pesquisas ou nas suas ações centralizadoras e nada dialógicas que recentemente levaram à renúncia coletiva de todos os membros do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
Por tudo isso, a AJD lamenta a indicação anunciada para o STF e torna a clamar para que a nomeação de novo membro da corte ocorra sob o transparente debate público, aguardando-se, ao menos, o acima citado julgamento da chapa da atual presidência da república perante o TSE
São Paulo, 07 de fevereiro de 2017.
Nota da Associação Juízes para a Democracia
A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, tendo em vista a indicação do Ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), vem a público expor que:
1. Mais uma vez na História brasileira, um presidente da república indica pessoa de sua confiança para a mais alta corte sem promover um debate público transparente: no caso, o indicado é filiado a partido político da base governista e, como Ministro da Justiça, trabalha efetivamente sob a confiança de um governo cuja permanência no poder será em breve submetida a julgamento perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não se observou a necessidade de a sociedade civil ser ouvida para que se tenha a segurança de que o indicado terá independência, especialmente perante o governo que até hoje serviu, para atuar como magistrado.
2 – Da mesma forma, mais uma vez a indicação para o STF desconsidera o imprescindível compromisso do indicado perante os Direitos Humanos. Não se pode esquecer que o então Ministro da Justiça Alexandre de Moraes é autor declarações e ações que não caminham no mesmo sentido da luta pela efetivação dos direitos, como, dentre tantas outras, a sua afirmação de que o Brasil necessita de mais armas e menos pesquisas ou nas suas ações centralizadoras e nada dialógicas que recentemente levaram à renúncia coletiva de todos os membros do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
Por tudo isso, a AJD lamenta a indicação anunciada para o STF e torna a clamar para que a nomeação de novo membro da corte ocorra sob o transparente debate público, aguardando-se, ao menos, o acima citado julgamento da chapa da atual presidência da república perante o TSE São Paulo, 07 de fevereiro de 2017.
A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, tendo em vista a indicação do Ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal (STF), vem a público expor que:
1. Mais uma vez na História brasileira, um presidente da república indica pessoa de sua confiança para a mais alta corte sem promover um debate público transparente: no caso, o indicado é filiado a partido político da base governista e, como Ministro da Justiça, trabalha efetivamente sob a confiança de um governo cuja permanência no poder será em breve submetida a julgamento perante o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não se observou a necessidade de a sociedade civil ser ouvida para que se tenha a segurança de que o indicado terá independência, especialmente perante o governo que até hoje serviu, para atuar como magistrado.
2 – Da mesma forma, mais uma vez a indicação para o STF desconsidera o imprescindível compromisso do indicado perante os Direitos Humanos. Não se pode esquecer que o então Ministro da Justiça Alexandre de Moraes é autor declarações e ações que não caminham no mesmo sentido da luta pela efetivação dos direitos, como, dentre tantas outras, a sua afirmação de que o Brasil necessita de mais armas e menos pesquisas ou nas suas ações centralizadoras e nada dialógicas que recentemente levaram à renúncia coletiva de todos os membros do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.
Por tudo isso, a AJD lamenta a indicação anunciada para o STF e torna a clamar para que a nomeação de novo membro da corte ocorra sob o transparente debate público, aguardando-se, ao menos, o acima citado julgamento da chapa da atual presidência da república perante o TSE São Paulo, 07 de fevereiro de 2017.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
A defesa do Lula requere anulação de todo o processo do triplex

sábado, 21 de janeiro de 2017
O sonho acabou! JANAÍNA DESCARTADA DO STF, garante Mané das Bromas

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