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domingo, 2 de abril de 2017

Quatro mitos da nossa mente!

   "Um dos sistemas conhecidos mais complexos do nosso orga-nismo, a massa de 1,5 quilos entre suas orelhas ainda tem muitos mistérios a serem re-solvidos. Veja agora alguns dos mitos sobre nosso cérebro e suas explicações".
    
                              Vanderley Caixe
Ribeirão Preto – SP


 

sexta-feira, 31 de março de 2017

Juçara na tigela é bom para a saúde e melhor ainda para a biodiversidade

      Substituir a salada de palmito juçara pela tigela de polpa dos frutos é ir muito além de uma simples opção alimentar saudável. É apostar numa alternativa capaz de fazer frente à superexploração ilegal da palmeira juçara nativa, na Mata Atlântica. Cada palmito retirado é uma palmeira eliminada, pois a planta não sobrevive depois de cortada a ponta. Já a coleta de frutos pode ser feita ano após ano, deixando sempre um pouco para consumo da fauna silvestre. E o consumidor urbano nem precisa sair pelo mato procurando algum pé que tenha escapado aos palmiteiros até ter idade para frutificar: já existe quem comercialize a polpa congelada ou mesmo o potinho pronto para consumo, sobretudo nos estados de Santa Catarina (com o nome de açaí-do-sul) e Rio de Janeiro (Juçaí).
      A palmeira juçara (Euterpe edulis) sempre foi muito abundante na Mata Atlântica, amplamente semeada por um grande número de espécies de aves e mamíferos que se alimentam de seus frutos. Mas o corte excessivo tornou a palmeira ameaçada. Na floresta, as mudinhas podem levar de 10 a 12 anos para chegar à maturidade, quando então atingem entre 6 e 10 metros de altura, em média. Diferente de outras espécies de palmeiras das quais se retira o palmito, a juçara não cresce em touceiras, mas tem um caule (estipe) único, delgado e ereto. Isso também dificulta a recuperação natural de sua população.
      Os frutos nascem em cachos e são pequenos, de um roxo bem escuro, quase preto, carregado de antocianinas, pigmentos do grupo dos flavonoides cuja função é proteger as plantas contra os raios ultravioleta do sol. A ingestão de sucos, vinhos ou outros preparados à base de frutas com muitas antocianinas ajuda a combater os radicais livres (associados ao envelhecimento) e protege contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.
      “Na região já existe a produção de polpa congelada de juçara em saquinhos, embora não exista uma regularidade no fornecimento. A polpa é comercializada sem mistura com guaraná como se faz com o açaí. Oferecemos a tigela com juçara puro, com banana e com laranja. Os dois últimos foram mais bem aceitos pelas crianças, que ficaram todas com as boquinhas roxas, de comer o juçara”, conta. Além de oferecer a polpa na merenda, a pesquisadora organizou atividades de plantio da palmeira na escola.
      A retirada da polpa não inviabiliza as sementes, que podem dar origem a novas palmeiras, em projetos de restauração ou enriquecimento da própria floresta ou mesmo no paisagismo urbano. As sementes também podem ser usadas em artesanatos e biojoias, pelos próprios extrativistas ou artesãos locais. E dos frutos ainda podem ser obtidos corantes, óleos e açúcares cujas propriedades estão em estudo.
      “Visitei alguns produtores de polpa no meio do mato. A coleta é feita de palmeiras silvestres e a polpa é pura mesmo, sem qualquer mistura”, confirma Valéria. “A utilização das frutas para a produção de polpa evita que milhares de palmeiras juçara sejam cortados para obtenção do palmito. Além disso, ao agregar valor a um produto até recentemente negligenciado, espera-se contribuir para que mais palmeiras sejam plantadas”.
      Como as crianças beneficiadas com um reforço de qualidade na merenda escolar, as maritacas, os tucanos, os araçaris, os sabiás, os jacus e os periquitos agradeceriam. De barriga cheia!
      E então, vai uma tigela de juçara de lanche?


Fonte: Liana John 
      Jornalista ambiental há mais de 30 anos, escreve sobre clima, ecossistemas, fauna e flora, recursos naturais e sustentabilidade para os principais jornais e revistas do país. Já recebeu diversos prêmios, entre eles, o Embrapa de Reportagem 2015 e o Reportagem sobre a Mata Atlântica 2013, ambos por matérias publicadas na National Geographic Brasil.


domingo, 5 de março de 2017

A ciência afirma: Ovo é benéfico à saúde!



OVOS - comer para chegar aos cem anos
Colaboração de José Hermano Guerra – João Pessoa PB

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Alguns tipos de cirurgia de Fimose

      O portador de fimose, que é uma doença em que a glande (cabeça do pênis) não consegue exteriorizar-se, necessita de uma pequena cirurgia (postectomia) que é bem simples. Ocorre em menos de uma hora. É realizada com anestesia local (injetável), e uma vez anestesiado, não se sente nada. Quando passa a anestesia, dói um pouco.
Vamos o vídeo abaixo:

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Por que as estrelas não aparecem nas fotos e vídeos da Lua?

Esta é uma das perguntas mais comuns 
ao ver aquelas imagens todas 
dos astronautas na Lua, 
ou mesmo ao observar fotos 
e vídeos divulgados 
pelas agências espaciais do mundo: 
por que as estrelas de fundo nunca aparecem nessas imagens? 
Vamos ao vídeo: 
POR SALVADOR NOGUEIRA

domingo, 18 de setembro de 2016

Cuide-se! Pode ser mortal!

Excesso de água é mais mortal do que desidratação


Sempre ouvimos que devemos nos manter constantemente hidratos, principalmente quando praticamos exercícios ou no verão. Mas quando bebemos água em excesso, podemos desenvolver uma perigosa, mas pouco conhecida condição chamada de hiponatremia. Ela acontece quando há pouca concentração de sódio no sangue, levando a confusão mental, perda de consciência e convulsões.
Colaborador:
Vanderley Caixe
Ribeirão Preto – SP

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

terça-feira, 26 de abril de 2016

*SEXO É MELHOR QUE REMÉDIO CONTRA DOR DE CABEÇA, APONTA ESTUDO*

       Está com dor de cabeça? Fazer sexo é mais eficaz do que tomar um comprimido. É o resultado de uma pesquisa da Universidade de Munster, na Alemanha. De acordo com os especialistas, mais da metade das pessoas que sofrem com enxaquecas ou dores de cabeça têm alívio após o ato sexual.
       O estudo, publicado no jornal Cephalalgia, da Sociedade Internacional de Dor de Cabeça, afirma ainda que uma em cada cinco pessoas conseguiram se livrar completamente da dor, usando, inclusive, o sexo como uma ferramenta terapêutica.

       Qual o motivo? O sexo libera endorfina, um “remédio” natural do corpo, no sistema nervoso central. Isso, segundo os especialistas, pode reduzir e até eliminar a dor de cabeça.