domingo, 23 de abril de 2017

Hospital Municipal de Cajazeiras: existiria um débito impagável?

Por onde anda o processo de execução?
A imagem pode conter: nuvem, céu e atividades ao ar livre
     A Construtora Queiroz Galvão S/A ajuizou no dia 29/05/2009 uma ação de execução por quantia certa sob nº 0132009001018-5 cobrando do município de Cajazeiras – PB a quantia de R$2.276.038,57, alegando que tal crédito foi oriundo de um contrato de empreitada celebrado com a edilidade para a construção do Hospital Municipal de Cajazeiras no ano de 1992, afirmando que algumas ordens de serviços foram emitidas pela executada e realizadas pela exeqüente, porem, não foram pagas pelo município-credor, permanecendo em aberto até aquela data.

      O Juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Dr. Edivan Rodrigues Alexandre, em 26/06, recebeu a execução e determinou a citação do município de Cajazeiras, na pessoa do seu representante legal ou procurador geral,para que, no prazo do Art. 730do CPC (10 dias), querendo apresentasse embargos à execução, sob pena de constituição de crédito em precatório*.
      Esta obra foi iniciada no último ano do mandato do então prefeito de Cajazeiras, médico Antonio Vituriano de Abreu (1989/1992), que a deixou inacabada e hoje só restam os escombros.
      (*) Parte desta matéria foi publicada na Edição Quinzenal (08 a 21 de julho de 2009), no jornal Folha Vip de Cajazeiras.

Tô brocado de fome, será?

Se um dia sentir 
um enorme vazio 
dentro de você, 
vá comer, 
pode ser fome.

Num comício do candidato Raimundo Ferreira (1963)

     Eleição para prefeito de Cajazeiras, em 1963, um comício candidato do Raimundo Ferreira, era um dos favoritos, entretanto amargou um terceiro lugar, ficando somente à frente do folclórico Zé Leite das Areias, ficando em segundo lugar o candidato Acácio Braga Rolim e o vencedor Francisco Matias Rolim.

Flanando na história de Cajazeiras!


     Otacílio Trajano identifica os presentes na foto e corrige:  
     Da esquerda para direita; Zeilto Trajano - Hildo de Assis Arnaud - Geí Borba (foi da equipe esportiva da RAP e trabalhou na Marajó de Zerinho) - Raimundo Ferreira e o Dóia. Por tanto isso não um comício de Raimundo Ferreira em 1963, Zeilto só chegou em Cajazeiras 1969 e eu um ano depois.


   

Rolê em Pnhom Penh (Camboja)


Homenagens ao Rei do "Reino do Camboja" ,
sim, lembrando que o país é uma monarquia constitucional
      Sexta feira. Feriado no Camboja. Fui almoçar com o Michael no Burger King. Esse restaurante especificamente ficava em um bairro rico, e era muito carro de luxo no estacionamento e nas proximidades. Além disso, muitos funcionários: uma para estacionar o carro (não no nosso caso pois fomos de moto), um para recepcionar e abrir a porta, outro para levar o lanche na mesa. Num Burger King no Brasil não temos nenhuma dessas funções.

 Phnom Penh também é modernidade!
Mais um grande prédio comercial em construção
Minha bicicleta renovada
depois de passar na oficina

      Falando com o Michael, como esta  va esperando meu visto do Myanmar ficar pronto, estava decidido a ir passar o final de semana em Koh Tonsáy, uma ilha no sul do Camboja. Ele me levou para comprar a passagem de ônibus até Kep, cidade mais próxima, que saiu por US$ 6,75. Depois era só comprar no local a travessia até a ilha. 
Royal Palace, residência do Rei do Camboja
     Outra ajuda do Michael: fomos levar a bicicleta para consertar, pois como comentei a câmara de ar havia estourado. Foi curioso ver o Michael falando Khmer com o cara da oficina, mas também ela já mora há um ano e meio no Camboja, apesar de no trabalho usar inglês. 
E haja moto!
      Voltamos para casa, descansamos um pouco e eu fui dar um rolê de bicicleta. Cara, o trânsito é caótico, CAOS! As pessoas na contramão é uma das coisas mais curiosas, pois é realmente muito comum. Segui todo o caminho até o Royal Palace, principal ponto turístico da cidade, que devido ao feriado estava fechado. Quase não vi estrangeiro em lugar nenhum. A orla do Rio Mekong é um lugar bem arrumado, com as bandeiras de vários países tremulando, não encontrei a do Brasil.
Orla do Rio Mekong
Não tinha a bandeira do Brasil
"Peladinha" na praça

    Achei le-gal como os locais apro-veitam bas-tante aquela região, para passear, dan  çar, etc. Um dos poucos locais em que achei que o espaço público era bem organizado e aproveitado. No fim fiquei rodando de bike durante 3 horas, das 16h30 às 19h30 e voltando à noite o trânsito me pareceu mais caótico ainda! 
Representação gráfica do caos no trânsito.
É tão difícil entender que um lado da avenida "vai" e o outro "volta"??
Phnom Penh Night Market
 Monumentos iluminados à noite
      Um caso curioso: eu andava com minha bicicleta corretamente na minha mão bem no canto da avenida para poder ir mais devagar e tranquilo. Eis que vem um motoqueiro na contramão bem de frente pra mim. Como eu hesitei em fazer algum movimento (ele queria que eu fosse mais para o meio da rua para dar espaço pra ele?!), ele simplesmente adentrou mais à avenida e passou na contramão entre eu e um outro carro que também vinha na mão correta da rua! E me pareceu fazer aquilo na maior tranquilidade! Eu fiquei pedalando vagarosamente e tentando entender o que estava se passando.         
   Chegando em casa ainda saí para cortar o cabelo. O preço? US$ 1! Eu paguei com uma nota de US$ 50 que era a única que tinha. O cara foi tão prestativo em me dar o troco de US$ 49 que eu fiquei até desconfiado. Como já escrevi em post passado, passei por uma tentativa de ser enrolado em caso envolvendo muitas notas na Indonésia, aquilo ficou na minha cabeça.
Da série carros de luxo em Phnom Penh: um Hummer!

Minha fotoDe março a novembro de 2014, "rodou o mundo", passando por 20 países durante 8 meses, mochilando sem um cronograma fixo (nada como planejar hoje o dia de amanhã), apenas com a missão de ir quão longe seus parcos dólares pudessem levá-lo. Deixou de ver a Copa do Mundo no país do futebol (não pode se lembrar quantas vezes foi chamado de louco pelas mais variadas nacionalidades), mas viveu experiências que apenas vários países poderiam proporcionar. E em quantos lugares passou sem nunca imaginar que um dia fosse: Laos, Myanmar, Sri Lanka, Cazaquistão.. Não poderia deixar de citar o Couchsurfing, companheiro do mochileiro que grandes amigos lhe rendeu em diversos países. Mas nada foi melhor do que participar de um retiro budista nas montanhas do Himalaia indiano: 10 dias, em completo silêncio.

Cajazeiras: Nossa Senhora Aparecida explodiu misteriosamente

 Imagem da Santa explodiu no centro de Cajazeiras (foto: Kyioshi Abreu)
No final da tarde deste sábado (22), uma imagem de Nossa Senhora Aparecida explodiu misteriosamente no centro de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.
Segundo informações de populares, após ouvirem um forte barulho, ao chegarem no local, os moradores viram a imagem da santa totalmente destruída no chão.
Imagem da Santa explodiu no centro de Cajazeiras (foto: Kyioshi Abreu)
A imagem que fica localizada na Praça da Rua 13 de Maio no Centro da cidade, foi construída pelo empresário Lamartine de Sá Braga em homenagem a seu pai Francisco de Lira Braga mais conhecido por “Francimar da Farmácia”.
Ainda não se sabe a causa da imagem ter sido destruída, mas a explosão pode ter sido ocasionada por conta do clima quente da região e a exposição da imagem ao sol.
Imagem da Santa explodiu no centro de Cajazeiras (foto: Kyioshi Abreu)
Fonte: DIÁRIO DO SERTÃO

Lavar as mãos após usar o banheiro evita gripe, hepatite e até diarreia

Fonte: R7

O HOMEM MAIS SABIDO DE CAJAZEIRAS

      Em 1975 foi publicada a primeira edição do Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de autoria de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Foi, e continua sendo fenômeno editorial brasileiro. Só não vendeu mais que a bíblia, no Brasil.
      Bem, Cajazeiras poderia ter um colaborador para esse fenômeno editorial, tendo em vista que ele era um apaixonado por palavras. Apaixonado ao ponto de ser um exibidor de vocabulário escorreito, digo: apurado. Suas palavras eram pronunciadas ao sabor da prolixidade, digo: muito longo, ou difuso.
      Não, o nosso personagem amante da língua pátria não era escritor, não era jornalista, não era intelectual, no sentido lato, digo: amplo, da palavra, não freqüentava as rodas literárias de Cajazeiras, não tinha liame, digo: ligação, com a nata, digo: o que há de melhor, da intelectualidade cajazeirense contemporânea, digo: que vive na mesma época.
      A vaidade e a erudição, digo: instrução vasta e variada, de nosso personagem, com certeza se renderia aos apelos e a ovação, digo: aplausos ou honras entusiásticas, de entrar para a Academia Cajazeirense de Letras, se assim houvesse.
      Sua sapiência, digo: sabedoria divina, encantava e admirava a todos. A todos que se rendiam a seu estilo loquaz, digo: palavroso, verboso.
      Essa figura impoluta, digo: pura, virtuosa, não tinha escritório de advocacia para verbalizar data vênia, digo: expressão respeitosa com que se principia uma argumentação, e logorréias, digo: hábito de falar com excesso.
      Talvez nossa figura em destaque fosse o precursor, digo: que precede, da criação genial do dramaturgo Dias Gomes, Odorico Paraguassu. O linguajar rebuscado, digo: requintando, era sua marca registrada.
      Afinal, se ele não estava numa banca de advocacia, onde ele estaria então? Estava ele num banco. Não, não era no Banco do Brasil. O seu banco, era o banco onde ele estava sentado vendendo tudo que uma budega sortida tinha para atender sua clientela. Sentado em seu banco, atendia a todos. Aos matutos, que se lhe rendiam basbaque, digo: que fica pasmo diante de tudo, e os urbanos de Cajazeiras.
      Sua budega era bem provida, bem arrumada, bem limpa, de balcão bem organizado, distante dos balcões de outras budegas que serviam pinga em balcões sujos e imundos devido as goipadas dos pinguços dadas ao seu pé em louvor à dose do santo.
      Sempre com seu dicionário apostos em sua mesinha de trabalho, onde ficava a gaveta do caixa, ali lia e relia (percebi o cacófato, digo: som destoante) as páginas de seu dicionário, de onde sairiam suas palavras difíceis arremessadas aos fregueses.
      Se lhe perguntassem: - “Tem palito de dente?”, ele responderia: - “Você, nobre freguês, está a procura de pequenos gravetos propícios à extração de restos alimentares pós refeições?”. E se procurassem por rapadura, teriam como resposta: - “Meu caro freguês, você está solicitando um retângulo sólido, de doce natural, extraído da planta da família das gramíneas, processado via mecanismo laboral artesanal?”. Um rapaz queria sal de cozinha, e ele respondia: - “O jovem imberbe está a requisitar cloreto de sódio, cristalino, branco, usado na alimentação?”
      Em conversas com pessoas, se lhe contestassem o sentido de uma palavra, era o mesmo que chamá-lo para a briga, não a briga braçal, mas o acinte, digo: a provocação, em desmoralizá-lo em sua verborragia, digo: grande abundância de palavras, mas com poucas idéias, no falar ou discutir.
      Por todo seu esforço em querer falar difícil e bonito, conquistando a admiração principalmente dos matutos, ele é considerado o homem mais sabido de Cajazeiras. Nem que seja nas mesas de bares e esquinas onde a galhofa e o palavrório é a tônica.
      Seu nome é: Zecão.

Flávio Leandro no Festival "Aí Que Bom, aqui em…" Paris!

Hoje tem Flávio Leandro no Festival Aí Que Bom, aqui em Paris. Xêro na bilota dos ói.
CLIQUE NA IMAGEM
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Eu e a baixinha com o
parceiro Fabio Carneirinho, "bulindo".
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A Letra do Tempo 
(Elmo Oliveira/Flávio Leandro)
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Paris, França. Lindoooooo...
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Exercícios de alongamento para fazer antes e depois da caminhada

IMAGENS SERTANEJAS (XXXI)


Bom dia, Cajazeiras!

Gleicy Limeira

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“ Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se Gabriel García Marquez ”

sábado, 22 de abril de 2017

A SOGRA PORTUGUESA E A NORA!

Pensamentos bem humorados e ilustrados com primor


LULA vencerá o marcatismo maligno!


Grupo Escolar Monsenhor Milanez, 1950, por Christiano Moura

      A foto(grafia) – antigamente se chamava retrato – foi feita em nov./dez.1950, no Grupo Escolar Mons. Milanez, em comemoração à colação de grau dos alunos do antigo Curso Primário – 1º ao 4º ano do hoje Curso Fundamental. 
Eis os concluintes, 
alguns deles in memoriam: 
      1ª fila – Dona Noêmia, Inácio Rolim, José Odílio Pires, João Batista Rolim, José (Zezinho) Batista, Marinaldo Augusto, Jesus Bezerra e Maria Cavalcanti; 2ª fila – Toinha Oliveira, Terezinha Ricarte, Terezinha (de Tal), Rosa Amélia Rolim e Joana (de Tal); 
      3ª fila – Francisca Félix, Salete, Selma Maciel e Francisca Santana; 
      4ª fila – Erenice Ferreira, Noélia Guedes, Terezinha (de Seu Neco), Sara (de Seu Acrísio) e Raimunda (de Tal)

      PORTAL DA MEMÓRIA - GAZETA DO ALTO PIRANHAS

Bom dia, Cajazeiras!

Denise, júnior araújo,

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Não sou capaz de ser feliz nos braços de um amor qualquer, ah se uma fosse a outra, que amo tanto e não me quer! Raul Sampaio

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Denúncias graves contra a Globo na própria tela da TV Global!

Sim, a Rede Globo, ao vivo e a cores, na própria telinha do plin-plin, temos felicidade de ver e ouvir, as acusações verdadeiras dos maus feitos desta empresa que amiúde aponta o dedo sujo espúrio, às vezes justas e outra vezes injustas, a outrem.
     Sonegação, recursos ilegais em paraísos fiscais e outros desmandos que fizeram a fortuna dos Marinho são fatos desconhecidos do grande público, afinal ela jamais divulgou e os outros canais de comunicação, com rara exceções, também não divulgam por corporativismo
     Graças a Anthony Garotinho, este político de caráter duvidoso, mas de uma coragem admirável, temos a oportunidade jamais acontecida de nos fazermos rejubilarmos deste furo ao círculo da impunidade. O vídeo per si fala melhor que as minhas palavras. Vídeo já muito conhecido, todavia merecedor de ser visto mais vez.
     Parabéns, Garotinho, pela coragem! Pena que você não a utilize em favor do interesse público!
Vamos ao vídeo:

A MULHER FOI PESCAR... E... COITADO DO DIABO!!!!

Na urna PMDB é 15, no banco 40 milhões!!!!!!

Um comício que ficou na história cajazeirense...

  Não é privilé- gios dos tempos atuais a im-popularidade da classe política, também pudera em geral só as-sumem os car-gos dados pelo povo para defenderem in-teresses de todos os tipos, esquecendo, sem dó e nem piedade, o povo que os elegem.
      Na década de 50 do século passado era uma época de muita des-crença com o políticos e aconteceu "um fato inusi tado que mudou a história da cidade de Cajazeira"; Por aqueles dias, político que se atrevesse a subir no palanque para falar era vaiado impiedosamente. 
      O famoso orador paraibano, Alcides Carneiro, resolveu enfrentar o povo da terra do Padre Rolim e saiu-se muito bem: 
      -"... Povo cajazeirense...
      (Vaias!)
      - Cajazeiras, a terra do Padre Rolim! A cidade que ensinou a Paraíba a ler, não vai vaiar Alcides Carneiro! Gritos! Aplauso! Palmas! Bombas! Daí nasceu o bordâo "Cajazeiras, a terra do Padre Rolim!"

Em que plagas anda esta megera???

Michel Temer & Sra.

  

Colaboração de Viviane Murad – São Luís - MA 

Provérbios Portuguêses